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Papai Noel

19 de novembro de 2008, 08h42

De Natal quero uma máquina de teletransporte para eu poder ir para a um dos meus lugares favoritos quando eu quiser.

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Tática no War

06 de outubro de 2008, 22h45

O Victor jogava War e estava puto com a sorte – ou com a falta dela, ou com a alheia. Fato é que no War isso se resume a territórios perdidos. Então eu o aconselhei:

- Use a tática do cachorro para conquistar território: mije em cima e fala que é teu.

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Chapéu do Presto

30 de setembro de 2008, 20h34

Minha mochila parece o chapéu do Presto: enfie a mão lá e adivinhe o que pode sair. Uma caneta, algum cartão de visita, uma toalha fedida de cloro, uma marmita de macarrão com abobrinha ou ainda um computador.

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Desvios políticos

05 de setembro de 2008, 01h37

Hoje me incomodei com o fato do brasileiro ter se acostumado com a desonestidade na política. Ser honesto é uma qualidade do político, quando, antes, deveria ser apenas um requisito.

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Sem calças

27 de agosto de 2008, 11h54

- Tudo bem?
- Não… estou sem calças! Rasgaram os fundillhos das minhas duas calças prediletas!

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Estranhos nem tão estranhos assim

07 de agosto de 2008, 13h28

No caixa de um restaurante por quilo, com uma conta de pouco mais de R$ 2,50, a pessoa que me atendeu, provavelmente em um dia de muito bom humor, me pergunta:

- Nossa! Como você consegue comer tão pouco? Eu é que precisava comer assim…
- Amigdalite.

E, a grosso modo, a conversa teve fim.

Na verdade eu nem estava com amigdalite, mas quando eu não estou com uma paciência muito vasta para com estranhos, me sinto fortemente estimulado a criar respostas curtas e satisfatória para me desvencilhar deles o quanto antes.

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Paz

04 de agosto de 2008, 00h14

Num prédio atrás da Casa Rosada vi enquanto passava um tal exposição de 50 anos da participação da Argentina nas forças de paz das Nações Unidas. Espiando pela grade tudo que vi foram armas de artilharia anti-aéria, tanques e outras ferramentas letais de guerra.

Impossível não ficar pensando sobre o que é e sobre como fazer paz

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Da força

23 de julho de 2008, 02h48

A pessoa mais forte que eu já vi até agora foi aquela que fez tremer a mão do poeta tanto que o fez trocar a caneta pelo lápis.

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Ganhei um presente

18 de julho de 2008, 09h47

Do André, que voltou da França esses dias.

Segundo o Sagaz, isso é tão precioso que já dá pra comprar um imóvel negociando bem.

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O lado poético de Prates

17 de julho de 2008, 16h17

Adorei a forma como o Prates se referiu hoje, no Jornal do Almoço, aos adeptos do sexo casual ou sexo sem compromisso:

“rapaziada que gosta de amistosos no jogo do amor”.

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